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André Botafogo

Ano novo, diretoria velha

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Eis que 2019 se apresenta e com ele uma expectativa sombria para o futuro do Botafogo.

Quem se ateve ao título do texto e imagina que me refiro ao grupo político que hoje administra um clube com mais de 4 milhões de aficionados, não é só da história recente que advém essa conta… são pelo menos 4 décadas de péssimos e incompetentes gestores, salvo raríssimas exceções.

Desde a era Charles Borer, o presidente que conseguiu a façanha de vender a sede histórica de General Severiano, até  os dias atuais, com Nelson Mufarrej e seu conjunto (extenso) de asseclas, foram 40 anos de declínio, raras conquistas e dissabores incontáveis a maltratar o maior patrocínio do clube, a sua torcida.

Ao rapidamente pesquisar quem compôs os quadros diretores das administrações ao longo desses anos, me deparo com uma lista de nomes que participaram desta dança das cadeiras, ora como situação, ora oposição, a depender do que melhor lhes conviesse.

Nomes tais quais Nelson Mufarrej, Carlos Eduardo Pereira, Mauro Ney Palmeiro, José Luiz Rolim, Carlos Augusto Montenegro, Maurício Assumpção, apenas citando os que em algum momento sentaram no posto mor de GS, participaram ativamente nestes 40 anos da imersão do clube a um caos financeiro que parece não ter fim.

Hoje, cientes que pelo menos por mais 2 anos estarão à frente os que têm orgulho em serem amadores quando não há mais no cenário do futebol profissional espaço para tal e o mundo inteiro caminha rumo à profissionalização de seus quadros, a certeza de que patinaremos com brevidade rumo a um lamentável futuro em muito nos assusta.

Surge o projeto dos Moreira Salles como salvação e traz à torcida, devota, apaixonada e que se recusa a desistir, um alento e o sonho de que dias melhores virão.

Poucas são as informações, até porque quanto menos a tradicional e asquerosa mídia esportiva brasileira souber, mais chances do projeto ser bem sucedido. Uma intervenção deste porte talvez seja a única solução para que passemos a caminhar a passos largos ao encontro da grandeza histórica do Botafogo de Futebol e Regatas.

O projeto dos Moreira Salles é sinônimo de profissionalização, ponto.

É a extinção da arcaica e nada competente maneira de se gerenciar um clube de futebol e o fim do reinado dos que fazem da gestão de uma Instituição gigantesca um hobby, aonde após as 18h acompanhados de sua patota, seu whisky, charutos e ultrapassadas ideologias, passaram 40 anos fracassando e se achando mais Botafogo do que qualquer um.

Que venham os Moreira Salles, a profissionalização e o futuro… e que seja breve já que 2019 se apresenta e com ele uma expectativa sombria para o futuro do Botafogo.

Assista à Live Opinião da RB com André Botafogo e Gajo, trazendo as novidades do Botafogo para 2019!

André Botafogo

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