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Bruno Antunes

BAIXA PONTUAÇÃO MESMO APÓS A CHEGADA DOS REFORÇOS

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Derrota pra ligar o sinal vermelho novamente!

Não só pelo resultado negativo, mas a maneira como a derrota ocorreu também preocupa. Posse de bola sem objetividade, Airton novamente fazendo muita falta, erros individuais recorrentes…

Claro que teve um lado positivo (sempre há!), o domínio territorial e a organização do time demonstram o trabalho do Ricardo Gomes.

Por outro lado, esses erros individuais e a baixa qualidade técnica de algumas peças vem comprometendo todo o trabalho e precisamos que o departamento de futebol cobre com veemência aqueles que, recorrentemente, vêm falhando.

A equipe entrou em campo com: Sidão, Luis Ricardo, Carli, Emerson Santos, Diogo Barbosa, Fernandes, Lindoso, Bruno Silva, Camilo, Salgueiro e Canales. Entraram no decorrer da partida: Neilton (Fernandes), Luis Henrique (Canales) e Gervásio “Yaca” Núñez (Salgueiro).

Nossa primeira boa chance foi logo aos 3’, mas Salgueiro demorou muito para concluir e perdeu boa oportunidade de nos dar a vantagem inicial.

No minuto seguinte, a arbitragem cometeu seu primeiro erro grave. Camilo teve impedimento indevidamente marcado em chance clara.

O Botafogo dominava o jogo sem ser incisivo em seus ataques chegando a ter 67% de posse de bola em determinado momento do jogo, porém cometeu muitos erros de passe e teve pouca criatividade no meio.

O castigo veio aos 24’ em ataque isolado da Chapecoense. O meia da equipe catarinense recebeu bola na entrada da área, passou com facilidade por Carli (que abandonou seu posto para cobrir a falha de marcação dos volantes e entrou “de primeira”) e bateu colocado no canto, deslocando o goleiro Sidão que deveria fazer algum tipo de arte marcial ao invés de ser goleiro, pois tem o hábito de, em alguns lances como este, optar por fazer “golpe de vista”.

O Botafogo mesmo após o gol manteve a posse de bola e continuava a buscar penetrar na zaga adversária, porém sem sucesso.

Apenas aos 41’, outra chance. Diogo Barbosa cruzou para Bruno Silva que não alcançou a bola, mas após disputa com o zagueiro deu bela bicicleta por cima do gol fazendo a torcida alvinegra despertar da sonolência causada na maior parte do primeiro tempo.

Aos 45’, o segundo erro grave da arbitragem. Salgueiro recebeu belo passe de Fernandes pelo lado esquerdo da área e o bandeira novamente marcou indevidamente impedimento do ataque do Fogão. É verdade que, na sequência, Canales que recebeu passe de Salgueiro estava realmente impedido e invalidaria o gol da mesma forma, porém o bandeira marcou o impedimento do Salgueiro antes mesmo do passe ao Canales ser executado, claramente errando no lance.

O segundo tempo foi uma repetição do primeiro, onde o Botafogo tocava a bola de lado sem concluir com perigo. Neilton que entrara no intervalo teve boa chance aos 6’, mas concluiu fraco.

Aos 20’ e 30’, respectivamente, entraram Luis Henrique e Gervásio Núñez e, assim, o ataque gringo que recebeu oportunidade foi todo alterado por Ricardo Gomes em uma busca desesperada ao menos pelo empate.

Aos 39’, Neilton foi derrubado na entrada da área. No minuto seguinte, Camilo pegou a bola e derrubou a coruja do lado esquerdo da meta do goleiro da Chapecoense. Golaço!!! (Nota da redação: Após a bolada, a coruja passa bem!!!) 1 x 1.

Não deu nem tempo de comemorar e, aos 42’, em novo mole da zaga, a Chapecoense fez o gol da vitória em uma sucessão de erros alvinegros começando pelo Luis Henrique, passando por Lindoso, Diogo Barbosa e terminando na saída atabalhoada do Sidão. 1 x 2, nova derrota e repetição dos discursos após o apito final.

É até difícil relacionar os destaques do jogo, mas vamos lá:

– Bruno Silva: Teve boa participação no meio e rendeu mais do que nas últimas partidas. Foi um dos poucos que demonstrou vontade de buscar um resultado positivo.

– Camilo: Além da cobrança de falta perfeita no gol, assim como o Bruno Silva, correu, tentou e mesmo não fazendo uma de suas melhores apresentações, ainda assim, foi o nosso melhor jogador em campo.

– Neilton: Deu mais velocidade ao ataque e sofreu a falta que gerou o gol de empate. Foi melhor que todos os concorrentes do sistema ofensivo e não pode ficar fora do time titular na ausência do Pimpão.

Não só pela derrota, mas pela postura preguiçosa, podemos destacar:

– Sidão: Fez golpe de vista no primeiro gol e caiu sentado antes mesmo da conclusão do atacante no segundo. Não foi o culpado direto em nenhum dos dois lances, mas foi extremamente infeliz nas decisões que tomou.

– Emerson Santos e Carli: Não conseguiram evitar os gols mesmo o adversário tendo realizado raros ataques ao longo de toda a partida.

– Diogo Barbosa: Não parou a jogada no segundo gol e perdeu na velocidade para o atacante no finzinho do jogo. Não poderia ter deixado o cara entrar tão livre para concluir.

– Luis Ricardo: Deve ter batido o recorde ibero-americano de passes errados em uma só partida. Muito mal em um fundamento básico, comprometeu demais a criação ofensiva do time.

– Lindoso: Falhou no segundo gol dando o passe para o adversário. Teve atuação sem destaque.

– Fernandes: Falhou na marcação do primeiro gol após consumir o seu já costumeiro suquinho de maracujá e tirar a sua soneca. Com extrema facilidade, o meia da Chapecoense dominou a bola e marcou o gol sem ser incomodado pelo volante de baixíssima velocidade, qualidade e vontade.

– Salgueiro: Voltou a ser o Salgueiro de sempre. Cometeu muitos erros e pouco contribuiu.

– Canales: Visivelmente fora de forma, recebeu apenas uma bola em condições e apesar de ter marcado o gol, estava mal colocado e em impedimento em jogada invalidada antes mesmo de receber a bola.

– Luis Henrique: Entrou, levou um amarelo, deu um bico para trás no lance que gerou o gol da derrota. Enfim, foi o pior em campo e ainda demonstrou a mesma preguiça dos jogos anteriores. É uma promessa que vai sendo perdida por sua própria prepotência e arrogância.

– Gervásio Núñez: Entrou perdido no jogo e nada fez nos vinte minutos em que esteve em campo.

Essa derrota nos custou muito mais do que a perda dos três pontos. Nos custou a volta à zona de rebaixamento, nos custou a volta da pressão por resultados ainda mais imediatos e nos faz lembrar da falta que o Jefferson e o Airton nos fazem.

Alcançamos a péssima marca de 17 pontos em 16 rodadas e podemos verificar que essa média nos acompanha desde o início do campeonato, o que é extremamente preocupante, pois mesmo com a chegada de reforços e a melhora da qualidade em geral do time, nossa campanha ainda não reflete estas evoluções.

Veja na tabela abaixo como chegamos a essa pontuação:

Botafogo

Precisamos de uma sequência de resultados positivos. A mulambada no ano passado só não caiu devido à sequência de 6 vitórias que teve no campeonato. Temos que ter uma sequência de, ao menos, 3 ou 4 vitórias para respirarmos e chegarmos ao meio da tabela.

Nossos próximos compromissos são dificílimos e decisivos para definirmos pelo que lutaremos no segundo turno.

Quarta tem Bragantino na Arena Botafogo pela Copa do Brasil às 19:30. Temos que lotar a nossa Arena e apoiar o Fogão que tem a vantagem de empatar por 0 x 0 e 1 x 1. Independente disso, queremos a vitória eu estarei lá transmitindo alguns vídeos ao vivo pela página do  Facebook da Rádio Botafogo!

Depois enfrentamos Palmeiras (casa), Ponte Preta (fora) e Grêmio (casa). Vislumbrando o objetivo de permanecer na série A, precisamos de, ao menos, 6 pontos nesses 3 jogos. Difícil, mas não impossível!!!

Eu acredito e você???

Reage, meu Botafogo!!!

Por fim, volto a te convidar a conhecer os novos planos de ST do Botafogo. Por apenas R$ 13,90, você ajuda nosso clube e tem uma série de benefícios no plano básico. A novidade são as opções de R$ 200,00 (arquibancada Norte), R$ 225,00 (arquibancada Leste) e R$ 450,00 (Social) para todos os jogos com mando de campo do Botafogo no Campeonato Brasileiro.

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Bruno Antunes

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