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BOTAFOGO NÃO É MAIS UMA “ESTRELA SOLITÁRIA”

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Fala galera, nosso “Área Técnica” retorna à Rádio Botafogo ainda líder isolado. Nas últimas semanas, tivemos a saída de alguns jogadores contestados pela torcida, tivemos um empate inesperado em casa e uma derrota vexatória contra o Macaé. Crise? Time é fraco? O técnico é culpado? Não vamos subir? Tudo foi apagado com a chegada de um jogador com estrela. Jogador diferenciado e capaz de renovar a esperança do torcedor.Você deve estar pensando em Jéfferson, mas o mesmo parece estar feliz por não ser mais a “Estrela Solitária”. No último jogo nasceu para os profissionais Luis Henrique. Nasceu para o torcedor a esperança de um novo ídolo. Estamos apressados? Errados? Veremos!

BOTAFOGO EM NÚMEROS:

Por que vale uma coluna para falar de Luis Henrique? Vamos aos números. Nos 5 gols marcados contra o Sampaio Corrêa, Luis Henrique fez 2 e deu o passe para mais 1. Superficial? Concordo. Vamos comparar com outras partidas do Botafogo. Contra o Boa Esporte conseguimos 547 passes certos, cruzamos 22 vezes e acertamos 2, resultado? Foi 1 x 1. Contra o time do Maranhão, foram 225 passes certos, cruzamos só 8 vezes e acertamos 1(primeiro gol). Lançamos certo 22 vezes contra 12 da última partida. Pouco, concorda? Não se na frente existe um centroavante matador. O que significa? Temos um centroavante bem colocado, rápido e fixo. Postado, Luis Henrique recebe muita bola enfiada e oferece opções aos meias( posição sumida ultimamente). Renê mudou o jeito de jogar do time. Tivemos pouca posse de bola, mas forçamos jogadas pelo meio, tivemos nossos meias mais organizadores, perdemos velocidade, mas ganhamos profundidade e um novo jeito de jogar. Tomas finalizou mais de fora, Pimpão criou mais pelas pontas e entrou menos na área e tudo feito pela chegada de Luis Henrique. Correspondeu e respondeu a altura.

LUIS HENRIQUE:

Os “gênios” dos comentários no Brasil, com seu discurso pronto, dizem quando aparece um jovem jogador com qualidade é preciso ter paciência, blindagem e falam que os garotos serão queimados. Estão certos,mas os diferenciados nascem neste momento de dificuldade e dão conta do recado. Luis Henrique nasceu de uma necessidade. Quem o acompanha desde sub-17, sabia de suas qualidades. Faltava saber no profissional como seria e foi impressionante. Estive diante de um centroavante raro ultimamente. Nossa seleção não tem. No Brasil hoje, só me recordo de Fred e Ricardo Oliveira. Lógico que paciência é fundamental, mas não podemos deixar de nos empolgar com um garoto de 17 anos calmo, finalizador, veloz e “experiente” na área. Seu recuo saindo da marcação para o segundo gol é digno de grandes centroavantes. Vamos torcer para os deuses do futebol confirmar nossa esperança e o Botafogo segurar o máximo possível a estrela que brota para tirar de Jefférson o título de “Estrela Solitária” e possa ser mais uma na constelação de craques que desfilaram com nossa camisa gloriosa. 

luis_henrique

BATE BOLA NO ÁREA:

Nosso bate bola da vez deixará algumas perguntas no ar:

-Por que Daniel Carvalho ainda não joga 90 minutos?

-Por que jogamos sexta às 21:50?

-Por que a mulher de Bill não foi homenageada pela diretoria?

-O que falta para torcida lotar o Niltão?

ASSISTA TAMBÉM AO ESPAÇO GLORIOSO:

Rodrigo Falcão

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