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Cavalieri supera Gatito nos números e cresce à sombra do paraguaio no Botafogo

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Falar de Diego Cavalieri tem sido como chover no molhado. Durante mais uma Data Fifa em que Gatito Fernández esteve a serviço de seu país, o camisa 12 assumiu a capa de herói do ídolo paraguaio e deu conta do recado. Contra o Palmeiras, no último sábado, o camisa 12 teve uma atuação primorosa, e não deixou que a derrota pelo placar mínimo evoluísse para uma goleada à favor dos paulistas, no Pacaembu.

Diante do Alviverde, clube que o revelou, Cavalieri fez seis defesas, das quais cinco foram difíceis – de dentro da grande área carioca. Duas das intervenções, em lances cara a cara com Zé Rafael e Henrique Dourado, uma em cada tempo, foram de tirar o fôlego. Após o apito final, o defensor da meta botafoguense ganhou elogios de Dudu.

– O Cavalieri é excelente goleiro, que só jogou em times grandes. Mas acho que se tivéssemos caprichado mais no último passe, teríamos feito mais gols – opinou o palmeirense em entrevista ao ‘Premiere’, ao fim da partida.

O desempenho do jogador de 36 anos ante ao clube palestrino, talvez pela primeira vez na temporada, colocou uma pulga, ainda que pequenina, na orelha do torcedor alvinegro em relação à titularidade no gol. Gatito ainda goza de imenso crédito, porém, em consideráveis indicadores, o camisa 1 é superado pelo reserva imediato.

Contra o Palmeiras, Cavalieri chegou a um total de 31 defesas em seis jogos de Campeonato Brasileiro – uma média de 5,16 intervenções por partida. O paraguaio, por sua vez, salvou o Botafogo 74 vezes em 20 confrontos, uma média de 3,7 defesas por duelo.

Diego também supera Gatito em defesas difíceis, como as do último sábado. O brasileiro é o sexto do Brasileirão neste quesito, empatado com Danilo Fernandes, do Internacional. São nove no total e uma média de 1,5 por jogo. Entre os times do Rio de Janeiro, o camisa 12 só perde para Muriel, do Fluminense, que faz 1,6 “milagre” por partida. Fernández é o 18º, com uma grande intervenção por encontro.

A ascensão do ex-jogador da Seleção Brasileira coincide com um momento de leve turbulência do filho de ‘Gata’ Fernández. No fatídico episódio dos áudios vazados de Carlos Augusto Montenegro, que fez duras críticas ao elenco do Botafogo, o goleiro do Paraguai não foi poupado.

– Eu em 2020 não gostaria de ninguém desse plantel. Ninguém. Como titular, ninguém, nem técnico e nem nada. Inclusive o Gatito, que tem falhado um jogo atrás do outro. O ideal seria começar do zero. Do técnico ao ponta-esquerda – disse o ex-presidente do Glorioso.

CAVALIERI PROJETA CLÁSSICO E RELEMBRA BARROCA

Após a derrota do Botafogo por 1 a 0 para o Palmeiras, Diego Cavalieri alertou para a sequencia complicada do Alvinegro. O goleiro comentou a própria atuação e projetou o clássico contra o Vasco, na próxima quarta-feira, ás 21h30, em São Januário, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

– É normal, a gente trabalha sempre com o intuito de ajudar (Boa atuação). A gente vem sem jogar, mas quando tem a oportunidade, tem que corresponder. Temos uma sequência difícil, nossa situação é complicada. Mas agora é descansar, temos um clássico pela frente. Vamos tentar somar pontos para ter tranquilidade. Temos dificuldades, mas dentro de campo esse grupo se dedica muito – disse o goleiro.

Cavalieri foi mais um do elenco alvinegro a questionar, à favor de Eduardo Barroca, a troca no comando alvinegro, e também falou sobre a chegada de Alberto Valentim – apresentado nesta segunda-feira.

– A gente sabe que o futebol está muito louco, perde um ou dois jogos e ninguém presta, o treinador acaba pagando o preço. O Barroca vinha com a gente, acabou pagando o preço. Esperamos que o Valentim venha para somar, ele já conhece todo mundo. Vamos tentar somar o maior número de pontos e distanciar da zona de rebaixamento – concluiu.

Fonte: Terra

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