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Coordenadora do futebol feminino, Rose de Sá sonha alto: “Vou fazer do Botafogo potência”

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Nas frases dela abaixo, que destacamos da reportagem do globoesporte.com, conseguimos ver como alguém tem que chegar para um desafio como esse.

O futebol feminino voltou de forma definitiva e obrigatória para as equipes. Não é novidade que isso iria acontecer em 2019, mas muitos clubes, como o Botafogo, trataram essa mudança sem responsabilidade, apenas para “cumprir tabela “ e não ser punido por isso.

Sabemos da dificuldade do clube, sabemos que o futebol feminino terá ainda mais dificuldades, até porque os recursos não existem. Mas o que não pode faltar é planejamento, trabalho, vontade de vencer e ser o melhor no que faz.

Mesmo diante de tanta dificuldade, Rose, coordenadora do futebol feminino deixa claro que o Botafogo será uma potência no futebol feminino.

Nas frases dela abaixo, que destacamos da reportagem do globoesporte.com, conseguimos ver como alguém tem que chegar para um desafio como esse.

Globoesporte.com

Nunca o futebol feminino esteve tão em evidência no Brasil como nos últimos meses. Com a Copa do Mundo da França sendo transmitida pela primeira vez na TV Globo, a categoria ganhou novos fãs. Além dos torcedores, os clubes brasileiros também passaram a olhar mais para o setor, já que em 2019 todos os times da Série A do Brasileirão foram obrigados a montar equipes femininas.

“Eu vou fazer o Botafogo ser potência, pode ter certeza disso. Eu busco isso. Estou buscando campo, academia, faculdade. Isso já estamos conseguindo. Precisamos de tempo. Tem que treinar, melhorar a parte física”.

“Tudo é trabalho. Daqui um ano podem me cobrar e eu posso cobrar delas”.

“A partir de julho, o investimento será de R$ 100 mil por mês, que será usado pagar salário de todas, inclusive das meninas da base, que terão uma bolsa”.

Reforços

– Hoje, temos 14 meninas no time adulto. Vou trazer reforços, vão vir bastante meninas boas. São meninas que estão disputando a série A1 – do Corinthians, Santos, São Paulo, Audax, Taubaté, Ceará… Vão vir 11. Estou tentando negociar a Larroquete e Sole Jaimes, que são atacantes argentinas. A Sole estava no Lyon e em 2017, pelo Santos, foi a artilheira do Brasileiro.

Dificuldades

– No Botafogo eu estou tendo todo o apoio, a dificuldade é porque não tinham jogadoras no mercado, porque os times estavam montados. O Botafogo foi um dos últimos a montar. Agora, o clube vai dar apoio e estrutura. As meninas, que virão para o Rio, terão até lugar para morar.

Fonte:Globoesporte

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