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Fábio Rocha

Crescimento ou Extinção?

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ANSIEDADE PURA

É de se compreender a empolgação e ao mesmo tempo a impaciência do torcedor alvinegro, quando nos deparamos com notícias (mais ou menos esclarecedoras) sobre o trabalho de formatação de um projeto de profissionalização do futebol alvinegro, encomendado pelos irmãos Moreira Salles à multinacional EY.

A luz no fim do túnel (que não é um trem em sentido contrário…) ilumina as mentes e aquece os corações da torcida alvinegra, cansada das notícias sempre desanimadoras, quando o assunto é Orçamento, Receitas e perspectivas futuras. 

MUITA CALMA NESSA HORA…

O caminho nem começou a ser trilhado… ainda está sendo pavimentado. A torcida deve ser informada que, se tudo der certo como confiamos, a “virada” alvinegra começa de fato, com muito otimismo, no segundo semestre deste ano ou na temporada 2020.

É importante esclarecer que terminado o trabalho de montagem do projeto (aspectos jurídicos, estatutários, tributários, dentre outros), o que deve ocorrer ao fim de março/começo de abril, o Conselho Deliberativo em Assembleia, deverá votar se concorda ou não com o que for apresentado. Em havendo concordância, aí sim o pontapé inicial será dado.

SALVADORES DA PÁTRIA?

Temos que esquecer o papel de “salvadores da pátria” quase que impingido aos irmãos alvinegros. De fato, eles estão emprestando sua experiência empresarial e prestígio para construir, talvez, a única solução para a continuidade e até crescimento do clube que tanto amam, como nós.

VAI “CHOVER” DINHEIRO?

Outra falácia que deve ser esclarecida, é a ideia que os irmãos vão simplesmente transferir algumas centenas de milhões de reais para os cofres do clube e os tempos de bonança chegarão à General Severiano.

Embora seja público e notório que capacidade financeira não é problema para os irmãos Moreira Salles, eles não querem assumir o clube.

Mais uma vez: eles estão construindo e acreditam que podem conduzir (provavelmente junto com o presidente do Botafogo que teria uma cadeira no Conselho de Administração) um processo de gerenciamento totalmente profissional do futebol alvinegro, com capitalização significativa (e aí eles mesmos e outros investidores fariam os aportes de recursos) e provocar o grande salto qualitativo que merecemos, transformando-nos de novo em protagonistas no futebol brasileiro e sul americano.

NÃO HÁ COMO RETROCEDER

Finalmente é necessário esclarecer que esta alternativa (e acreditamos ser a única solução mesmo) não permite nenhum recuo a partir do momento que for iniciada. Com o futebol virando “empresa normal”, qualquer deslize na condução dos negócios pode culminar com o pedido de recuperação judicial, falência e extinção, como qualquer negócio está sujeito.

Os tempos de “paixão”, “amadorismo” e Clube Social sem fins lucrativos que não pode falir estarão relegados a um passado que não volta.

PRECISAMOS FICAR ATENTOS

Alguns clubes que não avaliaram de maneira correta esta transição começam a sentir o gosto amargo de serem “empresas normais”. Hoje mesmo a imprensa (link ao final deste artigo) veicula a real ameaça de falência do tradicional Figueirense.

Saudações Alvinegras.

Fonte: Juca Kfouri/UOL/15/01/2019

https://blogdojuca.uol.com.br/2019/01/figueirense-sob-risco-de-pedido-de-falencia/

Crédito da foto: noticias.bol.uol.com.br

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