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ESTAMOS CONSTRUINDO UM FUTURO?

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TRISTES MEMÓRIAS

Nas últimas décadas, nos acostumamos a resultados esporádicos (alguns títulos) e reverenciamos nossa rica história e uma vasta geração de craques e ídolos, extremamente vitoriosa (até e especialmente) na década de 1960.

GERAÇÕES DO CAOS

As razões são muitas: estatutos arcaicos, incompetência administrativa, gestões fraudulentas e interesses pessoais acima da instituição. Todas estas razões têm como responsáveis todos os Presidentes, Diretores e Gerentes que passaram (e a grande maioria ainda permanece) e/ou orbita(ra)m as esferas de decisão do poder alvinegro.

A MUDANÇA INEVITÁVEL

Mesmo antes do simbólico 1 X 7 contra a Alemanha, alguns ventos (em formas de brisa ou rajadas dependendo do clube) de mudança chegaram aos clubes brasileiros.

A obrigatoriedade de publicar Balanços auditados, a recente responsabilização jurídica dos administradores por seus atos, a renegociação de dívidas tributárias e trabalhistas como “última chance” de transformar clubes falidos, sob qualquer análise minimamente empresarial, em negócios sustentáveis “aprisionou” todos os clubes na “armadilha” da mudança.

Não há alternativa! Não se trata de mudar ou não, mas QUANDO mudar, COMO mudar e com qual velocidade.

A sentença para uma maior resistência e conservadorismo será apequenar-se de maneira irremediável e ficar relegado ao ostracismo e um registro ou outro histórico (o que dizer do América, Bangu e Portuguesa de Desportos hoje?).

E NÓS?

Aos trancos e barrancos e de uma maneira tardia, parece que despertamos após a administração caótica e segundo a própria Receita Federal, fraudulenta e com fortes indícios (que ainda carecem de comprovação e auditoria) de criminosa da última gestão.

QUE PAPEL NOS CABE?

Cobrança e colaboração: este binômio é fundamental.

Cobrar que de fato o sócio torcedor adimplente possa votar, cobrar a continuidade de uma administração responsável, independente da corrente política que for eleita ao fim do ano, cobrar a estruturação cada vez melhor  e profissionalização em alto nível do Departamento de Futebol que é o carro chefe da nossa (ainda) valiosa marca.

Colaborar dentro das nossas possibilidades divulgando nossa rica história às novas gerações de torcedores, discutindo as questões sempre pensando no Clube que tanto amamos, acima de qualquer vaidade ou interesse pessoal, sendo sócio torcedor e influenciando outros a também serem.

Botafogo x Estudiantes pela Conmebol Libertadores Bridgestone no estadio Nilton Santos. 14 de Marco de 2017, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Satiro Sodré/SSPress/Botafogo.

JAIR VENTURA E SUA EQUIPE

Se nossa fisiologia, preparação física e departamento médico preocupam a qualquer botafoguense, não podemos deixar de reconhecer o competente trabalho de Jair Ventura.

É perfeito, é revolucionário, é inédito no futebol? Longe disso… possui defeitos e limitações. Mas, antes de tudo, é de excelente nível.

A combinação de estudo incansável de cada adversário com a implantação de um elevado espírito de equipe e com a valorização de cada jogador como atleta e indivíduo consegue “empurrar” o limite de rendimento de cada jogador para cima, alcançando patamares inéditos.

Os exemplos são numerosos (tanto de jogadores que continuam no elenco, quanto de outros que estão em outras equipes): Sidão, Neilton, Diogo Barbosa, Alemão, Rodrigo Pimpão, Camilo, Airton, Bruno Silva, Sassá, Luis Ricardo, Victor Luís… “coincidentemente” estes atletas rendem mais no nosso elenco do que em outros.

Antes de ser coincidência, sorte, acaso ou qualquer explicação esotérica, somos da opinião que isto chama-se trabalho e competência.

Jair Ventura é um novo fenômeno e será na nossa história um inédito “Arsène Wenger” ou “Alex Ferguson” ? Menos… como muitos (e eu) diriam… mas temos a felicidade de contar com um alvinegro de verdade que pode fazer história (o futuro dirá).

SER BOTAFOGUENSE

Os resultados de um período tão breve de administração responsável (que está longe de ser perfeita) aparecem dentro do campo e hoje nos deliciamos com parte da imprensa aos poucos dando o braço a torcer, reconhecendo que temos um time ao menos competitivo e outra parte mais resistente (por miopia, burrice e/ou interesses escusos mesmo) que todos os dias busca desculpas risíveis para resultados que detonam seus “avalizados prognósticos”, baseados em “grande conhecimento”.

Rumo às quartas de final da Libertadores!

Saudações alvinegras! Apenas e Sempre Botafogo!

 

 

 

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