Gilson, “Sancho Panza”, fiel escudeiro de JV, o “Dom Quixote”

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A situação do clube não é nada boa. Sabemos das dificuldades que passaremos em 2018 em montar um time competitivo o suficiente para não sofrermos com os fantasmas que andam circulando pelas nossas cabeças, mas a única certeza que temos é que precisamos aprender com nossos erros. Humildade nas críticas e nos elogios.

O Botafogo negocia a renovação com Gilson, o “Sancho Panza”, fiel escudeiro de Jair Ventura, nosso “Dom Quixote”. A metáfora que colocamos para exemplificar a relação de confiança entre ambos mostra exatamente o ponto em questão que colocamos. Mais que bons jogadores, Jair Ventura e o Botafogo irão se cercar de jogadores dispostos a se dedicar, na vitrine glorioso do Botafogo, com a esperança de quem terá uma chance, talvez única, de ter uma vida melhor quando sair do clube. Ser grato é uma questão de tempo e dinheiro. Sempre gratos na chegada e, raramente, na saída.

Nós, os torcedores, vamos continuar fazendo a nossa parte, mesmo que alguns dirigentes ainda tenham a audácia de querer nos culpar por todos os desmandos ao longo da história do Botafogo.Vamos mais uma vez torcer para dar tudo certo.

Pobre Botafogo.

 

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