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Jair diz que partida contra o Fluminense foi a “pior do ano” e explica ausência de Leo Valencia

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O técnico Jair Ventura foi direto e não fez rodeios em sua primeira resposta depois da derrota do Botafogo por 2 a 1 para o Fluminense, na noite deste sábado, no Nilton Santos: o rival mereceu o resultado na partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

– Começamos muito bem nos primeiros minutos. O resultado positivo acabou nos prejudicando. Não encontramos nosso melhor futebol. Um dia para ser esquecido. Sou chato por analisar a performance, e hoje o resultado foi justo. Fizemos um jogo péssimo, talvez o pior do ano, e o Fluminense conseguiu vencer – disse.

Apesar de dizer que o Botafogo fez seu pior jogo em 2017, Jair Ventura não tirou os méritos do Fluminense, que saiu atrás no placar ainda no primeiro minuto e virou no fim, com gols de Marcos Junior e Matheus Alessandro. Marcos Vinicius marcou para o Alvinegro.

– Seria muito fácil falar que o Botafogo fez seu pior jogo do ano. Fez. Foram 67 jogos no ano. Hoje foi o pior. Mas aí tiramos o mérito do Fluminense, que fez um grande jogo. Não tenho o que explicar. Hoje foi uma noite para ser esquecida – completou.

Veja outros trechos da entrevista de Jair Ventura:

Viradas sofridas pelo Botafogo

Se juntarmos os jogos que perdemos de virada, já estaríamos passando o Corinthians. Mas o futebol é assim. No ano passado só conseguimos a vaga na última rodada contra o Grêmio. Nada é decisivo. Enquanto houver oportunidade, vamos lutar.

Responsabilidade pela derrota

Eu gesticulei quase todo o jogo. Jogamos muito aquém. Não sou de culpar os jogadores. A responsabilidade é minha. Já tenho mais de 80 jogos e vocês nunca vão me ver transferir a culpa para os atletas.

Momento do Fluminense

Falo sempre do próximo jogo. O Sport é um adversário difícil, que também vive um momento complicado. Alertei antes do Fluminense que o Botafogo não teria vantagem. Todos os jogos agora são decisivos. Cada jogo é uma decisão. Que a gente possa apagar essa noite, em que deixamos a desejar. Que possamos voltar a ser o Botafogo dos outros 66 jogos.

Gritos de “burro”

Eu virei treinador hoje. Fui batizado. Ser chamado de burro pela primeira vez depois de um ano e três meses é até bom. Normal. Gosto de assumir a responsabilidade. Mas que normal. Por isso virei treinador. Fiz um péssimo jogo ao lado da minha equipe. O torcedor tem toda razão. Fizemos um péssimo jogo.

Alterações

Quando tiro o Marcos e coloco o Gilson, faço a mesma coisa que fiz contra o Atlético-MG. Eu não posso colocar o Valencia para fazer a lateral. O Fluminense estava tomando conta do jogo e eu tinha que mexer. EU precisava de um jogador tático, e o Leo Valencia ainda não tem isso no Botafogo. Precisa melhorar bastante.

A torcida pode pedir, mas eu tenho as minhas convicções. Se eu estiver atrapalhando, eu posso sair. Mas vou fazer o que eu acho. Eu tenho um amigo (Zé Ricardo) que foi fazer o que a torcida pediu pela primeira vez e foi demitido.

Valencia

Todo jogador chega cercado de expectava. Foi assim com Canales, Lizio, Yaca, Bazzalo… Eles não conseguiram a render. Pode ser que ele possa vir a render. Torço por isso. Se o grupo é enxuto e você não usa, é porque realmente tem algo errado.

Fonte: Globoesporte.com

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