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NÃO GOSTO DE FUTEBOL, GOSTO É DO BOTAFOGO… E DA CHAPECOENSE

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Faaaaala galera!

Palavras não podem expressar qualquer sentimento neste momento, mas como colocar ao mundo que seu amor maior, que é o Botafogo, e por consequência o futebol estão para escanteio? Como explicar ao coração, que o cérebro manda mensagens ininterruptas de “Êee vamo, vamo Chape!!”? Como explicar que a falta do Futebol não nos faz falta? Será que acabou? Era um amor finito ao Glorioso e ao Futebol?

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Não! É bem mais que futebol (eu sei, essa frase já é batida), mas cabe bem no peito de cada torcedor com os acontecimentos da última semana e a terrível queda do avião que vitimou os mais novos 71 heróis do futebol mundial. Heróis criados no pior sentido do sentimento, o da dor e da perda. O sumiço do pequeno grande time de Chapecó, nos levou a sensações nunca sentidas pelos amantes do futebol. E nós os botafoguenses que não gostam de futebol e sim do Botafogo, descobrimos terrivelmente que 2 grandes jornalistas(sim, eles pertenciam a “Flapress”) muito nos honravam amando como cada um de nós o time da estrela solitária. Trabalhavam e eram queridos por todos, como bom botafoguense que se preze. Escalados para contar uma história gloriosa (não haveria jornalistas melhores), iriam contar a história única de um time da cidade de Chapecó que chegava a final de um torneio sul americano. E o destino os levou antes do feito.

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A queda do avião vitimou jornalistas, dirigentes e levou quase por completo o brilhante time da Chapecoense. Time esse comandado por Caio Júnior, o mesmo que tanto reclamamos em sua passagem por aqui. A vida passa e o destino o colocou em Chapecó e o levou ao céu(no sentido figurado). Levou Caio Júnior a comandar os heróis verdes a final do torneio internacional pela primeira vez. Mas o destino não deu tempo do treinador concluir seu belo trabalho e o levou ao céu (no sentido real). Nos deixou com a sensação de não querer mais ver um time de futebol em campo e com o passar dos dias e as homenagens (viva o povo colombiano e os torcedores do Atlético Nacional!), esse sentimento foi se transformando, diminuindo a dor e nos trouxe mais um espaço em nosso coração em formato de estrela. A estrela solitária. A estrela que o Presidente Carlos Eduardo Pereira, que comanda o nosso clube, muito nos orgulhou ao abrir nossa casa para velar os corpos dos nossos eternos irmãos de camisa. Parabéns e obrigado pela sensibilidade e homenagem Presidente. Aqui em nosso mundo, só nos restou o sentimento e como bons representantes escolhidos que somos, em nome de todos os botafoguenses digo: “A estrela que não é mais solitária e carrega em nossa alma mais um time para torcer, o time do mundo…A CHAPECOENSE!”

Descansem em paz!

Saudações Alvinegras e #ForçaChape!

 

 

Rodrigo Falcão

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