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André Botafogo

NO PEITO E NO GOL

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Alô comunidade!

Estive eu na quarta-feira passada, assim como estarei na próxima e igualmente estiveram alguns milhões de alvinegros espalhados pelo planeta, certo de que venceríamos… certo de que venceremos.

Essa sensação, inevitavelmente traz consigo uma ansiedade desprendida do conceito de angústia por uma tênue linha que, em geral, com a proximidade do trilar do apito, é ultrapassada e se transforma quase que em insanidade, principalmente para aqueles que não compreendem o que é ter sido pela estrela solitária escolhido.

Ouso crer que, se neste momento estás a ler esta coluna, é porque compactuas com a minha opinião, e assim o faço de tal maneira que ouso também nestes parágrafos redigir em primeira pessoa, quase nunca praxe nos textos que aqui publico, testemunhas são aqueles que me honram com sua assídua leitura.

Reitero o que já pude constatar… nada se compara a um dia de Botafogo.

Solicito aos leitores permissão para abrir aspas, sair um pouco do contexto e contar que, às vésperas da partida fui surpreendido com a possibilidade de um grande amigo, que graças ao nosso Glorioso Botafogo, seguindo à risca o que versa o hino quando diz “Tua estrela solitária te conduz” pude conhecer, representaria toda a nação alvinegra em uma matéria no Globo Esporte, no derradeiro dia da primeira partida da Libertadores 2017.

Jefferson Fabrício!

Meu irmão porque assim o escolhi, meu irmão porque assim me escolheu.

Foste herói em cada jogo, Jefferson… e há de ser o nosso imenso prazer, sempre, estar na sua presença. Chorar ao seu lado a cada momento significante da partida corroborou com o que supracitei…

A um dia de Botafogo, nada se compara.

Fecho as aspas e retorno à quarta passada, ciente de que os dados do Universo foram lançados e giram ao redor de seu eixo, somente prevendo nos saciar a já citada angústia após o período de uma semana… riem de todos nós as quartas-feiras, donas de nossa atenção, quiçá durante um bom período.

As horas não passavam e, aqueles que no trabalho já me conhecem, certeza tinham de que o andar de um lado para o outro, o silêncio e a sensação de que naquele dia havia uma missão externa a se cumprir, significavam apenas a vontade de bradar aos quatro ventos os nossos cânticos, extravasar a nossa ansiedade e, da maneira como nos é possível, jogar junto, correr junto, tornar real o sonho que juntos temos sonhado.

E chegada enfim a hora, “Lutem por nós”, foram os dizeres que, com magnífica propriedade, surgiram no mosaico alçado aos céus pelos representantes de tantos escolhidos.

Lutem por nós… porque nós, prezados jogadores, comissão técnica, diretoria, etc., apenas merecemos.

Cada um de nós, à sua maneira, lutou por toda uma vida e continuará, enquanto for possível, lutando pelo nosso Botafogo de Futebol e Regatas.

Respiramos o Botafogo e a intensidade com a qual vivenciamos momentos como os em vigência vale a cada um de vocês, que tem a imensa responsabilidade de nos representar, um momento de reflexão… afinal, lugar comum, me perdoem, mas… nós somos o Botafogo.

E foi “NO PEITO E NO GOL”, um dos tantos brados por mim entoados durante a partida!

Para ser mais exato, assim que a bola quicava à frente de nosso melhor jogador em campo… gritei e repeti por pelo menos por três vezes, há de haver algum amigo leitor que estivesse ao meu lado a evidenciar o que aqui escrevo, antes que o Airton fizesse exatamente o que eu orientava…

Presunçoso demais seria eu, óbvio, em imaginar que ele realmente o fez porque eu pedia… Não!!!… Não era eu, somente eu…

Era toda uma atmosfera que ali necessitava de algo que vem do peito… e vai para o gol.

E assim será na próxima quarta…

No peito…

Na raça, na vontade de viver dias melhores, de carregar com honra e orgulho os nossos estandartes e, por fim, de lutar por nós… que os nossos objetivos serão alcançados.

E no gol…

Requisito que este que aqui escreve entende, já que ousou lidar com aqueles que pacientemente até aqui chegaram, sempre versando em primeira pessoa, fundamental ao sucesso que virá…

E ele virá, acreditemos.

“Se você pensa que pode ou sonha que pode, comece. Ousadia tem genialidade, poder e mágica.

Ouse fazer e o poder lhe será dado.” (Ghoethe)

Ousar nem sempre é fácil, muito pelo contrário… porém, resolvi assim hoje fazê-lo pois estive eu, na quarta-feira passada, assim como estarei na próxima e igualmente estiveram alguns milhões de alvinegros espalhados pelo planeta, certo de que venceríamos… certo de que venceremos.

Vamos Botafogo! Viva o Botafogo.

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André Botafogo

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