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Tá feliz, Valência? Então joga…

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Feliz e satisfeito em vestir a Gloriosa camisa Alvinegra, chileno, que ainda não disse ao que veio, declara ter a certeza de que ainda será muito útil ao Botafogo na atual temporada.

A torcida, por sua vez, já começa a dar sinais de impaciência… é a natural relação expectativa x realidade em que a frustração do momento pode até se transformar em idolatria, só depende do jogador.

Em entrevista à Rádio Globo, revelou ter recusado uma proposta para continuar no clube de General Severiano.

– Chegou outra proposta para sair, mas sempre fiquei com a cabeça boa, mente forte. Sei que vou me sair bem no Botafogo, fazer meu nome. Estou muito feliz. Tenho contrato de três anos, respeito muito o Botafogo e quero me sair bem. Quero ficar, dar meu melhor pelo Botafogo. Preciso jogar e ter confiança. Respeito a instituição e sou muito agradecido. Fiquei no Botafogo porque tenho certeza que vai dar certo, vou fazer o meu nome. Vou lutar e trabalhar para isso – comentou Valencia.

Ainda em busca da primeira assistência e/ou primeiro gol com a camisa alvinegra, ele reconheceu que precisa desencantar, mas destacou: quando este momento chegar, será um tento atrás do outro.

– Preciso desse momento, de fazer um gol. Sonho com isso. Sempre fiz gols nos times que joguei, muitos. Preciso desse momento, mas sei que vai chegar. Fazer o primeiro gol é o mais difícil. Estou trabalhando, depois vão sair muitos outros – garantiu o chileno.

Relação com Jair Ventura e Felipe Conceição

Por fim, ele comentou sobre a relação com o treinador Felipe Conceição e a que tinha com o antecessor dele, Jair Ventura. O atual comandante do Santos deixou Valencia em três jogos seguidos no banco no último Campeonato Brasileiro. E nem entrou no segundo tempo. O chileno disse que se dava bem com Jair e ainda destacou que entende o porquê de não ter tido muito espaço.

–  Precisava ter confiança, jogador com confiança é muito diferente. Trabalhar para melhorar dia a dia. Precisava de uma pré-temporada também. Não foi fácil chegar e jogar ano passado. Estou muito feliz agora, tranquilo, com confiança dada pelo Felipe. Trabalhar, melhorar e ajudar o meu time – comentou, antes de finalizar.

– Cheguei na metade do ano, time na Libertadores e Copa do Brasil, não era fácil chegar e jogar. Tinha jogadores que ele confiava. Eu ia para a seleção e voltava, cortou um pouco a mecânica de jogo. Sempre tive uma relação boa com o Jair, trabalhei bem. Voltei da seleção machucado, mas quis retornar rápido – finalizou.

Fonte: lance.com.br/botafogo

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