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Zé Ricardo, você honrou a frase “Amador com orgulho” como técnico nesse jogo.

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O ambiente do Botafogo não poderia ser melhor, diante de tantas dificuldades do clube. Salários em dia, 6 jogos de invencibilidade, 13 gols marcados e 1 sofrido. Tudo estava caminhando bem e fomos treinar em Volta Redonda, adversário direto para uma das vagas das semifinais, time com 100% de aproveitamento no seu estádio, que diga-se de passagem, com um gramado maravilhoso.

Vamos enumerar aqui varias lambanças que acabaram transformando o esquema tático do Botafogo em algo monstruoso, tipo Frankstein, um pedaço de cada jogador nos lugares errados dentro do campo.

Na defesa, tirando a troca do Gatito pelo Cavalieri, que não mudou nada, a defesa inteira ficou destruída. Pensem comigo:

Na lateral direita – Sai Marcinho e entra Marcelo Benevenuto improvisado. Na zaga tirou o Gabriel e colocou na posição do Marcelo Benevenuto. Na vaga do Gabriel, colocou Helerson, nosso Dória piorado. Na Lateral esquerda, Jonathan.

Perguntado sobre as mudanças, Zé Ricardo falou: “ A ideia é deixar o Marcelo mais plantado na defesa e dar liberdade para o Jonathan subir para o ataque.” Imaginamos: ele vai testar um 3-5-2 e colocar o quem na ala?

Eis que surge Rickson, cabeça de área que jogaria pelo lado direito, mas completamente perdido, sem função pela forma como o Zé armou o time. Ficamos com um lado direito inexistente e o lado esquerdo sem a liberdade que ele imaginava.

Quando olhamos o meio de campo com Rickson, Jean e Léo Valência, e o ataque com 3 atacantes de velocidade, sem o Erik jogando como “falso 9”, percebemos que o time jogava mais uma vez no 4-3-3, com Erik perdido no meio da zaga do Volta Redonda, sem oferecer nenhum perigo nas bolas aéreas diante da estatura dos zagueiros em relação ao quase nanismo do Erik.

Na primeira parada técnica o Zé já falou para os jogadores ficarem no 4-1-4-1. Ali vimos que Zé já tinha se arrependido da lambança que fez. Estava perdido. Isso ficou comprovado no intervalo quando pensou em desfazer a merda que tinha feito.

Tirou o zagueiro Helerson, colocando Cícero. Levou o Marcelo e Gabriel para a posição original deles. Mas voltou a improvisar novamente, colocando o Rickson na lateral. Modificação percebida pelo técnico do Volta Redonda que passou a pressionar por aquele lado com muita facilidade.

Quando tomamos o gol ele resolveu colocar o Kieza como centroavante no lugar do Luís Fernando, o PIOR JOGADOR nesse início de 2019, voltando o Erik para a posição original dele. A pergunta que fica é: porque não usou o IGOR CÁSSIO? Centroavante da base, alto, goleador, e que pode se tornar uma opção no lugar no Kieza?

Tentando ser mais ofensivo, colocou João Paulo no lugar do Jean, já cansado, para ter mais uma opção de toque de bola criativa no meio de campo completamente desarticulado até a entrado de Cícero.

Para encerrar com “Chave de Ouro”, o Zé Ricardo INVERTEU OS LATERAIS. Mandou o improvisado Rickson da direita para a esquerda. E Jonathan da esquerda para direita para poder cruzar bola em direção ao gol. O Rickson, coitado, ficou mais perdido que “cachorro que caiu do caminhão de mudança. “

Zé, dessa vez você honrou a frase Amador com Orgulho!

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