Fisiologia e Medicina: é vergonhoso…

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HÁ MUITO TEMPO

Embalados pelas empolgantes campanhas no Brasileiro 2016 (segundo turno) e Libertadores 2017, nosso elenco sempre enxuto, sofria com distensões, contusões e fadiga muscular. Os diagnósticos mais comuns concluíam: o estilo de jogo “Jair Ventura” de muita entrega e dedicação, responsável pelo sucesso alvinegro, tem sua parcela de responsabilidade. Nosso elenco joga com muito mais intensidade e compensa possíveis deficiências técnicas, mas paga o preço no desgaste físico.

FALÁCIAS NÃO SE SUSTENTAM

Estamos em janeiro/2019 e após Jair Ventura, tivemos as passagens e os estilos, bons ou ruins de Felipe Conceição, Alberto Valentim, Marcos Paquetá e agora Zé Ricardo.

Houve uma diminuição nas contusões musculares? Parece que não…

E lembrem que em maio de 2018, nosso Glorioso divulgava com o maior orgulho que tinha investido à época, algo como meio milhão de reais em equipamentos de ponta para prevenção de contusões e recuperações ágeis. Dizia a reportagem que apenas Botafogo e Palmeiras tinham estes equipamentos, a nível europeu, no Brasil.

FILME DE TERROR QUE SE REPETE

Todo ano no começo de temporada as atuações são pífias, via de regra os jogos treinos antes da estreia terminam com derrota e demoramos a conquistar a primeira vitória. Ela virá contra o Resende? Oremos…

A PRÉ TEMPORADA DAS EQUIPES MENORES

O enredo é o mesmo: as equipes de menor investimento se preparam antes e a diferença física acaba sendo um diferencial importante contra qualquer dos grandes e decisivo contra nós, porque a diferença técnica não é lá essas coisas.

OS RIVAIS

Cada um com suas dificuldades e facilidades, o fato é que conseguem vencer, correm muito mais que nós e se machucam muito menos.

FISIOLOGIA E MEDICINA COMO UM TODO

O pacote é completo: preparo físico inferior, distensões musculares mais comuns, recuperações mais demoradas que o previsto (caso mais marcante dentre muitos: Gatito Fernandes), algumas barbeiragens mal explicadas (Jefferson e suas cirurgias), avaliações no mínimo duvidosas (vamos manter a educação) na contratação de jogadores sem condições atléticas (Marcos Vinícius que livrou o Cruzeiro de sua asma crônica e a trouxe para General Severiano), divisões de base com jogadores visivelmente menos dotados fisicamente que os rivais e atletas que chegam no clube “voando” mesmo quando não jogam muito em suas equipes de origem: Erick em 2018 não nos deixa esquecer.

EXPLICAÇÕES?

Ficaríamos muito contentes se alguém que entende da área (de dentro do Clube), refutasse tudo que foi mencionado aqui, provando que estamos completamente equivocados…

Mas enquanto a mudez persiste e as evidências são escandalosas, temos a presunção de concluirmos que estamos certos.

Saudações Alvinegras.

Crédito da foto: hzm.com.br

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